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Capítulos

1 - DOENÇAS MACULARES

 1.1 – Membranas Epirretinianas
 1.2 – Membranas Epirretinianas em Idade Pediátrica
 1.3 – Buraco Macular Idiopático
 1.4 – Síndroma de Tracção Vitreomacular
 1.5 – Miopia Degenerativa
 1.6 – Estrias Angioides
 1.7 – Maculopatia da Hipotonia
 1.8 – Membrana Neovascular Coroideia Idiopática
 1.9 – Foveoschisis Miópica

2 - DEGENERESCÊNCIA MACULAR RELACIONADA COM A IDADE

2.1 – DMI não-exsudativa
2.2 – DMI exsudativa

3 - RETINOPATIA DIABÉTICA

 3.1 – Retinopatia Diabética Não-Proliferativa
 3.2 – Retinopatia Diabética Proliferativa Tipo I
 3.3 – Retinopatia Diabética Proliferativa Tipo II

4 - DOENÇAS VASCULARES DA RETINA

 4.1 – Manchas Algodonosas
 4.2 – Retinopatia Hipertensiva
 4.3 – Oclusão da Artéria Ciliorretiniana
 4.4 – Oclusão de Ramo da Artéria Central da Retina
 4.5 – Oclusão de Ramo da Veia Central da Retina
 4.6 – Oclusão da Artéria Central da Retina
 4.7 – Oclusão da Veia Central da Retina
 4.8 – Glaucoma Neovascular
 4.9 – Macroaneurismas Arteriais da Retina
 4.10 – Síndroma de Isquémia Ocular
 4.11 – Manifestações Oculares da Macroglobulinemia de Waldenstrom
 4.12 – Anemia de Células Falciformes

5 - DOENÇAS INFLAMATÓRIAS CORIORRETINIANAS - CAUSAS INFECCIOSAS

 5.1 – Tuberculose Ocular
 5.2 – Toxocaríase Ocular
 5.3 – Toxoplasmose Ocular
 5.4 – Manifestações Oculares da Sífilis
 5.5 – Manifestações Oculares da Doença do Sarampo
 5.6 – Doença de Lyme
 5.7 – Neurorretinite Difusa Subaguda Unilateral
 5.8 – Necrose Progressiva da Retina Externa

6 - DOENÇAS INFLAMATÓRIAS CORIORRETINIANAS - CAUSAS NÃO-INFECCIOSAS

 6.1 – Sarcoidose
 6.2 – Coroidite Serpiginosa
 6.3 – Coriorretinopatia de Birdshot
 6.4 – Epitelite Pigmentar Retiniana Aguda
 6.5 – Uveítes
 6.6 – Doença de Eales
 6.7 – Coroidite Multifocal
 6.8 – Síndroma de Múltiplas Manchas Brancas Evanescentes
 6.9 – Epiteliopatia Pigmentar Placóide Multifocal Posterior Aguda
 6.10 – Síndroma de Efusão Uveal
 6.11 – Retinopatia Zonal Externa Aguda Oculta
 6.12 – Síndroma de Fibrose Subretiniana e Uveíte
 6.13 – Esclerite Posterior
 6.14 – Síndroma de Vogt-Koyanagi-Harada
 6.15 – Coroidopatia Interna Punctata

7 - SÍNDROMAS E DISTROFIAS RETINIANAS

 7.1 – Distrofias Maculares
 7.2 – Distrofias de Cones e Bastonetes
 7.3 – Doença de Stargardt
 7.4 – Atrofia Girata
 7.5 – Retinopatia Pigmentar
 7.6 – Síndroma de Usher
 7.7 – Síndroma de Bardet-Biedl
 7.8 – Síndroma de Senior-Loken
 7.9 – Deficiência em LCHAD
 7.10 – Manifestações Oculares da Lipofuscinose Neuronal Ceroide
 7.11 – Manifestações Oculares da Homocistinúria
 7.12 – Acidémia Metilmalónica
 7.13 – Degenerescências Vítreorretinianas
 7.14 – Doença de Best
 7.15 – Nanoftalmia
 7.16 – Retinite Punctata Albescens
 7.17 – Fundus Albipunctatus
 7.18 – Coroiderémia
 7.19 – Distrofia Reticular de Sjogren
 7.20 – Albinismo Ocular
 7.21 – Doença de Norrie
 7.22 – Descolamento Congénito da Retina
 7.23 – Amaurose Congénita de Léber
 7.24 – Síndroma de Wyburn-Mason
 7.25 – Distrofia Cristalina de Bietti
 7.26 – Síndroma Morning Glory
 7.27 – Drusen Familiares Dominantes
 7.28 – Cegueira Noturna Estacionária Congénita
 7.29 – Atrofia Coriorretiniana Pigmentada Paravenosa

8 - DOENÇAS CONGÉNITAS E PEDIÁTRICAS DA RETINA

8.1 – Vitreorretinopatia Exsudativa Familiar
8.2 – Doença de Coats
8.3 – Retinosquisis Ligada ao X
8.4 – Toxocaríase Ocular Pediátrica
8.5 – Persistência da Vascularização Fetal
8.6 – Coloboma Coriorretiniano
8.7 – Retinopatia do Prematuro

9 - TUMORES DA RETINA E COROIDEIA

 9.1 – Hemangioma da Coroideia
 9.2 – Osteoma da Coroideia
 9.3 – Melanoma da Úvea
 9.4 – Metástases da Coroideia
 9.5 – Linfoma Intraocular
 9.6 – Retinocitoma
 9.7 – Nevus da Coroideia
 9.8 – Hipertrofia Congénita do Epitélio Pigmentado da Retina
 9.9 – Retinopatia da Radiação
 9.10 – Hemangioma Capilar da Retina
 9.11 – Retinoblastoma

10 - RETINOPATIAS TRAUMÁTICAS E TÓXICAS

 10.1 – Commotio Retinae
 10.2 – Rotura da Coroideia
 10.3 – Retinopatia de Purtscher
 10.4 – Buraco Macular Traumático
 10.5 – Chorioretinitis Sclopetaria
 10.6 – Corpos Estranhos Intraoculares
 10.7 – Descolamento da Retina
 10.8 – Síndroma de Terson
 10.9 – Maculopatia Solar
 10.10 – Traumatismos Oculares Penetrantes e Perfurantes
 10.11 – Retinopatia de Valsalva
 10.12 – Siderosis Bulbi
 10.13 – Retinopatia por Cloroquina ou Hidroxicloroquina
 10.14 – Ruptura das Fibras Zonulares

11 - DOENÇAS DA RETINA PERIFÉRICA

11.1 – Descolamento Regmatogénio da Retina
11.2 – Descolamento Exsudativo da Retina
11.3 – Descolamento da Coroideia
11.4 – Rasgaduras da Retina
11.5 – Pregas da Retina
11.6 – Degenerescência Pavimentosa
11.7 – Degenerescência Lattice

12 - DOENÇAS DO NERVO ÓPTICO

12.1 – Fossetas Congénitas do Disco Óptico
12.2 – Drusen do Disco
12.3 – Neuropatia Óptica Isquémica Anterior
12.4 – Fibras Mielinizadas
12.5 – Neuropatia Óptica Tóxica
12.6 – Hipoplasia do Nervo Óptico

13 - DOENÇAS DO VÍTREO

13.1 – Asteroides Hialoides
13.2 – Paramiloidose

14 - OUTROS CASOS CLÍNICOS

 14.1 – Autotransplante de Córnea
 14.2 – Transplante de Segmento Anterior
 14.3 – Descolamento da Membrana de Descemet
 14.4 – Perfuração da Córnea – Queratopatia por Exposição

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OUTRAS IMAGENS
  • Schisis grave
  • Síndroma de Tração Vitreorretiniana
  • Membrana Hialoide
  • Toxoplasmose Ocular
  • Concreções Palpebrais
  • Retinosquisis ligada ao X
  • Persistência da Membrana Pupilar
  • Persistência da Membrana Pupilar - Infravermelho
  • Síndrome de Axenfeld-Rieger
  • Luxação do saco capsular e da lente intraocular
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  • Lente intraocular multifocal
  • Banda vítrea no QTI; pré e pós-operatório
  • Banda vítrea no QTI
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  • Coriorretinopatia Serosa Central; derrame típico na angiografia fluoresceínica.
  • Traumatismo com forceps
  • Pregas na Membrana Limitante Interna
  • Linfoma da Retina e do SNC
  • Catarata cortical madura
  • Hemangioma do nervo óptico (angiografia fluoresceínica)
  • Atrofia Coriorretiniana Pigmentada Paravenosa
  • Nódulos de Lisch
  • Catarata congénita
  • Catarata, depósitos policromáticos
  • Pregas da coroideia; atraso na circulação.
  • Subluxação do cristalino; Síndrome de Marfan
  • Válvula de Ahmed
  • Lente intraocular com depósitos de CaCO3
  • Catarata traumática
  • Catarata congénita azul (catarata cerúlea)
  • Traumatismo da íris pela lente intraocular
  • Lente de contacto com íris desenhada.
  • Após cirurgia (tamponamento do buraco corneano com retalho escleral e recobrimento conjuntival) para evitar a enucleação.
  • "Melting" da córnea com exposição da lente intraocular.
  • Traumatismo com forceps
  • Lente Intraocular a traumatizar a íris
  • Olho sem alterações
  • Persistência da Membrana Pupilar
  • Catarata subcapsular posterior

Dicionário

PEQUENO DICIONÁRIO DE OFTALMOLOGIA

Acuidade Visual (AV): capacidade da visão para perceber a forma e o contorno dos objetos. Uma pessoa com AV de 20/20 vê objetos que se encontram a 6 metros de distância com nitidez.

Afaquia: ausência do cristalino; pode ser congénita ou adquirida (cirúrgica/traumática).

Ambliopia: consiste na diminuição da visão de um olho devido a problemas que interferem no desenvolvimento visual durante a infância; geralmente não há alterações orgânicas aparentes; a ambliopia surge porque o cérebro não reconhece a imagem mais desfocada e fornecida pelo olho, tornando o olho “preferencial” o que enviar uma imagem mais nítida.

Angiografia fluoresceínica: exame de diagnóstico para avaliar a dinâmica circulatória dos vasos sanguíneos da retina e a sua integridade.

Angiografia Indocianina Verde: detecta o surgimento de novos vasos sanguíneos na coróide.

Anisocoria: alteração em que se observa um tamanho desigual das duas pupilas.

Astigmatismo: erro refrativo por irregularidade das curvaturas da córnea ou do cristalino.

Autoimune: diz respeito à reação imunológica ou inflamatória exagerada que ocorre num indivíduo contra os próprios tecidos.

Biometria: exame de diagnóstico que usa ultrassons para várias medições como comprimento axial, profundidade da câmara anterior, curvatura corneana, espessura da córnea, entre outros.

Blefarite: inflamação aguda ou crónica do bordo palpebral.

Chalázio: nódulo inflamatório que se desenvolve na pálpebra, na parte superior ou inferior, causado por obstrução de uma glândula de Meibomius.

Câmara anterior do olho: espaço entre a córnea e íris, preenchida com humor aquoso.

Campo Visual: área do espaço visível pelo olho numa determinada posição, olhando fixamente. Existe o campo visual central que é o objetivo ou alvo à nossa frente e o campo visual periférico que é a visão lateral.

Capsulotomia: é um tratamento realizado com laser YAG para corrigir a opacificação da cápsula posterior após cirurgia de catarata.

Catarata: alteração da transparência do cristalino.

CD: conta dedos.

Cirurgia refrativa: cirurgia por laser para corrigir erros refrativos como miopia, hipermetropia, astigmatismo, habitualmente corrigidos com uso de óculos ou lentes de contacto.

Congénita: presente desde o nascimento.

Conjuntivite: inflamação da conjuntiva (“o branco” dos olhos) e da parte interior das pálpebras. Pode ser alérgica ou infeciosa (bacteriana ou vírica).

Córnea: parte mais anterior do globo ocular, transparente, que funciona como um “vidro de relógio”, com elevado poder dióptrico.

Cristalino: lente fisiológica biconvexa transparente, localizada atrás da íris.

Descolamento de retina: separação da retina em relação à coróide e esclera (“parede ocular”).

Diabetes tipo 1: chamada diabetes juvenil; insulino-dependente.

Diabetes tipo 2: tipo mais comum na idade adulta; não insulino-dependente.

Dioptria (D): unidade de medida da potência de uma lente; utilizada na correção óptica.

Diplopia: visão dupla.

Disco Óptico (papila óptica): porção intraocular do nervo óptico que se visualiza na observação do fundo ocular.

DMRI: degenerescência macular relacionada com a idade.

Edema macular cistóide (EMC): acumulação de fluído na mácula que pode provocar diminuição da acuidade visual.

EPR: epitélio pigmentado da retina.

Esclera: camada externa do globo ocular, constituída por tecido fibroso e que reveste o globo ocular.

Estrabismo: desalinhamento ocular causado pelo desequilíbrio dos músculos extrínsecos do globo ocular.

Fibrose: proliferação excessiva de tecido conjuntivo, que pode surgir como resposta exagerada a lesões, infeções ou inflamações.

Fotofobia: é a “intolerância” ou “aversão” à luz ou o desconforto provocado pela luz nos olhos.

Fóvea: área central da mácula.

Glaucoma: doença do nervo óptico em que se verifica perda acentuada de fibras nervosas, em relação a um grupo de pessoas da mesma idade, e que é habitualmente associada a perda de campo visual; pode estar associado a pressão ocular elevada; também há glaucomas de tensão baixa e normotensionais.

Hemoglobina glicada (HbA1c): teste sanguíneo que avalia os níveis de glicose no sangue nos últimos 3 meses e que não é influenciado pelo jejum no dia da colheita de sangue.

Hipermetropia: dificuldade na visão para distâncias curtas que pode ser corrigida por lentes convergentes (positivas); ocorre quando o comprimento axial do globo é mais curto ou a curvatura da córnea é mais plana, de modo que a imagem é captada atrás da retina.

Hordéolo (terçolho): infeção aguda de uma glândula no bordo da pálpebra, habitualmente de causa bacteriana.

Isquémia: fornecimento insuficiente de sangue devido a uma constrição ou obstrução de vasos sanguíneos, resultando numa diminuição de oxigenação e aporte nutricional dos tecidos.

Lâmpada de fenda: consiste num microscópio binocular, que emite uma luz brilhante, permitindo ao médico examinar o olho com uma alta resolução.

LASIK (Laser Assisted In-situ Keratomileusis): cirurgia por laser, utilizada para corrigir a miopia, o astigmatismo e a hipermetropia.

LC: lente de contacto.

Lente intraocular: lente que se introduz dentro do olho para substituir o cristalino na cirurgia de catarata; também pode ser usada para corrigir altas miopias em doentes jovens, com manutenção do cristalino.

Lentes progressivas: corrigem a visão para longe, intermédia e para perto na mesma lente, sem uma linha de separação visível nos óculos.

Mácula: região central da retina onde se forma a imagem que será transmitida ao cérebro.

MAVC: melhor acuidade visual corrigida (habitualmente com óculos ou lentes de contacto).

MER: membrana epirretiniana; membrana que cresce na superfície interna da retina.

Metamorfópsias: distorção das imagens; as linhas verticais/horizontais parecem onduladas.

Midriático: medicamento que causa dilatação da pupila, de modo reversível.

Miopia: dificuldade da visão ao longe que pode ser corrigida por lentes divergentes (negativas), geralmente provocada por comprimento axial aumentado do globo ou curvatura corneana mais acentuada; a imagem é captada à frente da retina.

Miótico: medicamento usado para causar a contração da pupila, de modo reversível.

MNVC: membrana neovascular coroideia.

Moscas volantes/floaters (miodesópsias): pequenas manchas/filamentos ou pontos escuros que flutuam no campo de visão e que se deslocam com o movimento dos olhos, causados por fibras do vítreo que se desorganizam.

Neovascularização: formação de novos vasos sanguíneos, geralmente frágeis, em áreas de isquémia (que não recebem aporte de oxigénio e nutrientes adequados); têm mais risco de causar hemorragias.

Nervo óptico: transmite ao cérebro os impulsos nervosos produzidos na retina, onde são depois interpretados como imagens.

Neuroftalmologia: subespecialidade da oftalmologia que se dedica ao estudo integrado entre problemas de visão e as doenças do sistema nervoso.

Nictalopia: cegueira noturna; diminuição de adaptação visual ao escuro.

OCT: tomografia de coerência óptica; exame de diagnóstico; permite obter imagens de cortes virtuais da retina, nervo óptico ou do segmento anterior.

OD: olho direito.

ODE: olho direito e esquerdo.

OE: olho esquerdo.

Olho afáquico: olho sem cristalino.

Olho fáquico: olho com cristalino.

Olho pseudofáquico: o cristalino foi substituído por uma lente intraocular (cirurgia de catarata).

OU: ambos os olhos (do latim Oculi Uterque).

OVCR: Oclusão da Veia Central da Retina.

Perimetria: exame complementar de diagnóstico para avaliar o campo visual.

PL: percepção luminosa.

Presbiopia (“vista cansada”): dificuldade na focagem para perto que pode ser corrigida com lentes; ocorre, habitualmente, a partir dos 40 anos de idade.

Pressão intraocular (PIO): permite manter o tónus do globo ocular com forma esférica; depende da produção do humor aquoso, da sua circulação e da sua drenagem.

Pterígio: lesão degenerativa em que o tecido da conjuntiva prolifera para a superfície da córnea, em forma de “película” vascularizada junto à transição entre conjuntiva e córnea, e que pode ter sinais inflamatórios.

Queratite: processo inflamatório da córnea.

RD: Retinopatia Diabética.

RDNP: Retinopatia Diabética Não-Proliferativa.

RDP: Retinopatia Diabética Proliferativa.

Refração: avaliação da acuidade visual corrigida com lentes dos óculos ou lentes de contacto.

Retina: tecido nervoso que reveste o interior do olho. As suas células são sensíveis à luz e convertem-na em sinais eléctricos que são depois enviados ao cérebro através do nervo óptico.

Retinografia: fotografia do fundo ocular.

SCP: subcapsular posterior (catarata); consiste na opacificação das camadas mais posteriores do cristalino.

Segmento anterior: porção mais anterior do globo ocular que inclui a superfície ocular externa, a conjuntiva, a córnea, a câmara anterior, a íris, a esclera visível e o cristalino.

Tonometria: método de avaliar a pressão intraocular (PIO); exame de diagnóstico.

Topografia da córnea: exame diagnóstico que permite estabelecer um mapa tridimensional dos diferentes raios de curvatura da superfície anterior da córnea.

Uveíte: inflamação da úvea, a camada vascular do globo ocular; pode envolver a úvea anterior (constituída pela íris e corpo ciliar) e a posterior (coróide).

Vitrectomia: procedimento cirúrgico de remoção do vítreo e substituição por outra substância (solução salina, gás ou silicone conforme o problema cirúrgico).

Vítreo: substância gelatinosa e transparente que preenche a cavidade vítrea, que se localiza na porção posterior do globo, atrás do cristalino.



  • Centro Cirúrgico De Coimbra

    Rua Dr. Manuel Campos Pinheiro, 51
    Espadaneira - S. Martinho do Bispo
    3045-089 Coimbra, Portugal

    Coordenadas: 40°12'35.5"N 8°27'59.7"W

    Tel.: +351 239 802 700
    (Chamada para rede fixa nacional)

    Email: centrocirurgico@ccci.pt / atlasrleye@ccci.pt

    Web: www.ccci.pt

  • Informações Legais

    INTERCIR – Centro Cirúrgico de Coimbra, S.A.

    NIPC 503 834 971 | Registo ERS E106499

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